
Sou da geração do tchan, companhia do pagode, axé no geral, quantos aniversários aquele monte de criança ou jovens juntos dançando comos e fosse um flash mob a dança do bambolê. Na minha adolescência ficava babando nas meninas dançando aquilo, inclusive a primeira playboy que fui lá sozinho na banca e comprei foi uma das duas Sheilas juntas há 10 anos em 1999, hum....(6) ao mesmo tempo percebia que os caras dançavam também, e faziam um sucesso danado. Apesar de saber me mexer e não ser durão, não, não me meti a ser dançarino de axé. Talvez pq minha barriga só foi sarada aos 6 anos de idade...
Quando rolava a lambada acho que eu era muito novo pra perceber, queria mais é ficar bem longe brincando de lutinha, mas sei que sempre rolaram polêmicas com danças e crianças.
Sempre achei uma grande brisa, uma reação de gente atrasada, qual problema da criança por a saia e rodar de shortinho por baixo?
Depois com o axé, ficou bem delicado, na época não via mal nenhum na dança da boca da garrafa, hoje já vejo, será que não é nossa mentalidade que vai ficando mais poluída?
Acho que existe um limite, mas é tão difícil saber esse limite... até que ponto a gente pode perceber que uma dança tá influenciando no comportamento e tornando-se algo precoce?
Então vi um vídeo que me deixou chocado, de boca aberta e preocupado com o que vem por aí... não sou tão moderninho assim.
Tive vontade de socar os adultos que agitam a tal dança do acasalamento entre crianças, não sei se eles sabem o que estão fazendo, acho que não tão exatamente sentindo prazer, ai, minha cabeça tá confusa, chega....
.Cidão.

